terça-feira, 20 de novembro de 2012

CANIONISMO

Canionismo consiste na exploração progressiva de um rio, vencendo seu relevo acidentado, transpondo seus obstáculos verticais e anfíbios, através de técnicas e equipamentos. O Canionismo se encontra como uma das opções nos roteiros de Turismo de Aventura no Brasil. A atividade vem crescendo muito durante os últimos anos, devido ao fato de o país possuir ótimos locais para a prática segura e também pela interação com os elementos da natureza, ar, terra e água em uma única atividade.
Exija sempre a orientação de um profissional qualificado e credenciado para a atividade.

Fonte de pesquisa: http://www.canionismo.com/conteudo/7#go

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Esporte de Aventura ou Esporte Radical

Esporte de aventura ou Esporte Radical, são termos usados para designar esportes com um alto grau de risco físico, dado às condições extremas de altura, velocidade ou outras variantes em que são praticados.

Para que um esporte radical seja bem sucedido, é preciso levar em conta o que é preciso, um exemplo é o condicionamente físico, o estado mental, equipamentos e a alimentação, esses são os fatores mais importantes.

A definição de esporte de aventura surgiu no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando foi usado para designar esporte de adultos como o paintball, skydiving, surf, alpinismo, montanhismo, pára-quedismo, hang gliding e bungee jumping, trekking e mountain bike, que antes eram esportes praticados por um pequeno grupo de pessoas, passou a se tornar populares em pouco tempo.

Uma característica de atividades semelhantes na visão de muitas pessoas é a capacidade de causar a aceleração da adrenalina nos participantes. De qualquer forma, a visão médica é que a pressa ou altura associadas com uma atividade não é responsável para que a adrenalina lance hormônios responsáveis pelo medo, mas sim pelo aumento dos níveis de dopamina, endorfina e serotonina por causa do alto nível de esforço psíquico. Além disto, um estudo recente sugere que haja uma ligação para a adrenalina e a "verdade"” dos esportes radicais. O estudo define os esportes radicais como um lazer ou atividade recreativa muito agradável, mas se tiver uma má administração poderão gerar acidentes e até a morte do praticante. Esta definição é designada para separar anúncio comercial que exagera na descrição dos fatos e "aumenta" a atividade realizada. Outra característica das atividades rotuladas é que elas tendem serem de preferência individuais do que esportes de equipe. Os esportes radicais podem incluir ambas atividades competitivas e não-competitivas.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

 Beatriz na sua primeira descida...
 Marcelo L. Matta e Edlaura Benedita S. N da Matta
 A Beatriz ja esta pegando jeito..
 E Lucia tinha parado de praticar ja estava esquecendo né...
 A Eliane como sempre rompendo limites...  bom para Oxigenar o Celebro Eliane
 uma pequena esplanação para passar a real como realiza uma boa descida...




















segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Programação de Rapel para o dia 11/02/12

Ai pessoal no proximo Sábado dia 11/02 vai ter Pendulo na Ponte dos Imigrantes a partir das 8:00hs e Rapel na Ponte Sergio Motta atarde às 14:00hs, confirme sua presença.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

UM GRAVE ACIDENTE NO RAPEL

Em minha visita a Potrero Chico (México), no mês passado, participamos de um resgate dramático.
F. S. 62anos, Escalador experiente e veterano, em um momento de distração ao realizar sua descida no Rapel passou pelo final da corda, que por algum motivo não havia um nó nas extremidades caindo cerca de 6 metros no chão e sofrendo vários ferimentos graves.  De acordo com seu parceiro de escalada, os mesmos haviam ido a uma seção de limpeza da parede, para equipagem de uma nova rota no Motta Wall, aparentemente ele esqueceu que deveria ter mudado para outra corda fixa, e assim passando pelo final da corda.
Seu companheiro teve que deixá-lo sozinho na base da parede com diversos ferimentos graves, e foi até os acampamentos buscar ajuda; por volta das 18h30min recebi a noticia, eu estava no banho, e todos nós já estávamos com as malas prontas para retornar ao Brasil saímos com muito equipamento e um kit de Primeiros Socorros, pois não sabíamos as condições que iriamos encontrá-lo. Já estava escuro quando encontramos um escalador local que nos passou a localização do acidente, tentamos ir o mais rápido possível, e sem pressa para não nos tornarmos outras vitimas, quando chegamos ao local, ficamos mais aliviados, ao ver que a vitima já estava na base da parede, e que não necessitária escalar, ou ter que tira-lo a noite da parede, mas o mesmo encontrava-se em estado grave, apesar de estar consciente, seu estado era bem grave. Quando cheguei, já havia outros escaladores no local, mas somente um deles havia experiência em Atendimento Pré Hospitalar (APH), assumi a liderança junto com outro escalador, detectamos algumas fraturas no braço, ombro, suspeita de fratura na coluna e traumatismos craniano, conseguimos estancar um hemorragia que havia em sua cabeça, e imobilizamos com tudo o que tínhamos nas mãos, pois o kit de PS que tínhamos não era suficiente, ao terminar os procedimentos e deixa-lo mais confortável, o cobrimos com um lençol térmico e aguardamos a chegada do resgate que demorou mais ou menos uma hora. A chegada da (Equipe de Resgate Civil de Monterrey) nos tranquilizou, pois não tínhamos uma maca para transportá-lo até a ambulância, que era o que mais me preocupava na verdade, a vitima estava estabilizada e consciente, com seu sinais vitais sem apresentar muito risco à vida, mas suas fraturas estavam muito grave para transporta-lo em uma maca improvisada, quando a equipe de resgate chegou colocamos a vitima em uma maca rígida e na sequencia em um SKED, que facilitou muito o transporte do mesmo, dividimos em quatro equipes, uma pra transporta-lo, as outra duas para revezar o esquema da segurança na descida, enquanto uma descia a maca pelo terreno acidentado, à outra já preparava a próxima ancoragem a uns 50m a frente, nessa maneira ficou muito eficaz, nós dois, junto com o paramédico da equipe mantivemos contato com há vitima o tempo todo, e sempre checando seus sinais vitais.
Ao todo éramos umas 18 pessoas mais seis profissionais da equipe de resgate, apesar do percurso até a ambulância ser curto, porém acidentado, demoramos cerca de uma hora até ele estar entregue na mão dos paramédicos, ao todo foi mais ou menos umas 4 h desde que recebemos a noticia, até a entrega na ambulância.
Na manha seguinte estávamos quebrados, depois de 12 dias escalando intensamente, esse foi o momento mais cansativo de todos, mas recebemos boas noticias que ele estava fora de perigo, que não tinha lesões na coluna, mas fraturou o crânio em três partes e com lesões grave nos olhos, diversas fraturas no braço direto, deslocou o ombro, e diversas escoriações e cortes pelo corpo.
Em quase 18 anos de escalada, já participei de diversos resgates, trabalhei em empresas que prestam serviços de resgate, trabalhei como bombeiro civil, fiz diversos cursos relacionados a resgate e APH, mas nunca aprendi tanto em 4 horas, como aprendi nessa experiência que eu tive,
Sou um cara que tem fama de ser chato com procedimentos, os erros apontados nesse acidentes são muito comuns e não devem ser repetidos, falta de nó nas extremidades da corda, cada caso tem seu caso, mas é sempre bom ter, a falta de um nó bloqueante, entre outros, que ficarei aqui escrevendo uma bíblia para aponta-los.
A falta de uma maca e um kit de PS num point de escalada é imperdoável e inaceitável
E ainda bem que ele estava usando capacete, caso contrario ele teria falecido, pois foi um estrago grande.
Bom comunidade escaladora ai vai mais umas dicas para aprendermos e assim evitarmos que esse tipos de acidente se repitam.
E ao chegar ao Brasil, recebi mais duas tristes noticias que uma escaladora faleceu no morro do Maluf (Guarujá-SP), e um na pedreira do Dib,
Caso alguém tenha mais informação, atualize nossos conhecimentos.
Se cuidem e boas escaladas
Edu Bicudo
Fotos: Ed (Potrero Chico)

dec 8 frank accident 2 
dec 8 frank accident 3

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Rapel na Ponte Sergio Motta Cidade de Cuiabá-MT.


Ola meus amigos, no ultimo sábado dia 26.11.11, fizemos uma reuniãozinha para realizar algumas descidas na ponte Sergio Motta, entre as cidades de Cuiabá e Várzea Grande.
Contamos com a presença de várias pessoas tantos os nosso companheiro que já praticam o Rapel por alguns dias conosco como pessoas que resolveram conhecer a técnica esportiva, creio que todos que marcaram presença gostaram da tarde de diversão e descontração, pois estamos recebendo vários elogios e frases confirmando presença novamente de retorno para o próximo dia..
Então amigos fiquem de olho nos próximos dias para realização de novas descidas tanto na cidade como em cachoeiras no interior do estado de Mato Grosso..
Ai vai algumas fotos sobre o eveto..